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	<title>Blog Motta Mendes</title>
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		<title>Petrobrás</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 00:09:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Bom, quem acredita que a Petrobrás é uma empresa gerida por gente séria e sem  as nefastas intervenções partidárias?  Vamos, levante o dedo quem acredita&#8230; Ninguém?
Pois é, eles fizeram com que transformássemos as nossas dúvidas em certeza.  
E não é que mesmo sendo pegos com a boca, ou será o dedo, na botija, em uma operação [...]]]></description>
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<div></div>
<p><span style="font-size: large; font-family: Arial;"></p>
<p style="mso-line-height-alt: 8.55pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Georgia&quot;,&quot;serif&quot;;">Bom, quem acredita que a Petrobrás é uma empresa gerida por gente séria e sem  as nefastas intervenções partidárias?  Vamos, levante o dedo quem acredita&#8230; Ninguém?</span></p>
<p style="mso-line-height-alt: 8.55pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Georgia&quot;,&quot;serif&quot;;">Pois é, eles fizeram com que transformássemos as nossas dúvidas em certeza.  </span></p>
<p style="text-align: justify; mso-line-height-alt: 8.55pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Georgia&quot;,&quot;serif&quot;;">E não é que mesmo sendo pegos com a boca, ou será o dedo, na botija, em uma operação fraudulenta de mudança de regime tributário no meio do ano, o Sr. Gabriele sustentou que não havia nada de errado com a operação realizada?!?!   Eu já vi gente cara de pau, mas essa turba que hoje dirige a Petrobrás além de incompetente é indecente.</span></p>
<p style="text-align: justify; mso-line-height-alt: 8.55pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Georgia&quot;,&quot;serif&quot;;">Com essa mágica que a Petrobrás ousou fazer em seu balanço &#8211; mudança de regime tributário no meio do ano - ela contabilizou de forma positiva valor superior a R$4.000.000.000,00 (quatro bilhões de reais), ou seja, valor devido e não recolhido aos cofres públicos.</span></p>
<p style="mso-line-height-alt: 8.55pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Georgia&quot;,&quot;serif&quot;;">Foi-se o tempo em que a Petrobrás era reconhecida por possuir profissionais de carreira os quais faziam a diferença.  </span><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Georgia&quot;,&quot;serif&quot;;">Hoje, por conveniências políticas, o gerenciamento de seus recursos, em grande parte, fica entregue a interesses partidários. Lamentável.</span></p>
<p style="mso-line-height-alt: 8.55pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Georgia&quot;,&quot;serif&quot;;">E os investidores?  Será que os acionistas minoritários conseguirão agüentar mais uma Bolívia?<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>O certo é que essa Bolívia vem com o nome de uma pesada multa a ser aplicada pela CVM e pela  Receita Federal a Petrobrás. </span></p>
<p style="mso-line-height-alt: 8.55pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Georgia&quot;,&quot;serif&quot;;">Não há como negar que erro tão grosseiro deva-se a atuação politiqueira na gestão da empresa, que através de infantil manobra contábil, expôs mais uma vez ao mercado e a opinião pública a sua forma de gestão.</span></p>
<p style="mso-line-height-alt: 8.55pt;"><span style="font-size: 10pt; color: black; font-family: &quot;Georgia&quot;,&quot;serif&quot;;">E olhem que a gestão do BNDES está indo para o mesmo buraco, com a substituição de grande parte de seus funcionários de carreira para análise de créditos e projetos por gente  &#8220;estranha&#8221;  ao Banco.</span></p>
<p> </p>
<p></span></p>
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		<title>Segurança Jurídica</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 19:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Constitucional]]></category>
		<category><![CDATA[Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>

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		<description><![CDATA[Meus Amigos,  nestes dias nos deparamos, no meio jurídico principalmente, com o assombro  causado pelo entrevero entre dois Ministros do STF: Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa.
Muito pensei sobre o que poderia ter levado dois ilustres Ministros a se digladiarem sobre o foco das câmeras de TV, e a respeito de tema, aparentemente, inofensivo à ordem pública;  à guarda  Institucional e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meus Amigos,  nestes dias nos deparamos, no meio jurídico principalmente, com o assombro  causado pelo entrevero entre dois Ministros do STF: Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa.</p>
<p>Muito pensei sobre o que poderia ter levado dois ilustres Ministros a se digladiarem sobre o foco das câmeras de TV, e a respeito de tema, aparentemente, inofensivo à ordem pública;  à guarda  Institucional e da Constituição pela qual o Tribunal tem o dever de zelar.</p>
<p>Li várias boas análises a respeito do caso, desde abordagens jurídicas até as ligadas ao veio político, e confesso que não me satisfiz com nenhuma delas.</p>
<p>Não vou negar que pensei em primeiro plano, para entender o acontecido, na idéia de resgate, no Brasil e no Mundo, da justa e clara igualdade perseguida através dos séculos por algumas etnias, sendo, por exemplo,  uma das formas encontradas para a construção da desejada igualdade, o agora debatido sistema de cotas.</p>
<p>Seguindo este mesmo viés, foi noticiado pela mídia, há semanas, o sofrimento vivido por Joaquim Barbosa no convívio com os seus pares de Corte, chegando mesmo a ser confidenciado por ele ao presidente Lula que não era prestigiado pelo Tribunal; que sofria claro preconceito por sua cor, no que foi estimulado pelo nosso bom companheiro a seguir em frente, pois ele, Lula, conseguiu ser presidente, sendo metalúrgico, monoglota e com pouca instrução. </p>
<p>Este caldo popularesco nos traz a uma discussão étnica evidenciada na mais alta Corte brasileira, em que um Ministro que se sente ainda pertencente a uma classe que a pouco mais de 100 anos não tinha voz na sociedade de brancos, hoje decide casos da maior relevância para o País.</p>
<p>Acho que é aí que descansa o problema, pois segundo a fala do Ministro Joaquim Barbosa no entrevero com Gilmar Mendes, o nosso brioso Joaquim conclamou o Ministro Gilmar a sair às ruas para que o mesmo tomasse pé do que o povo estava a pensar sobre as suas recentes decisões no Tribunal. </p>
<p>Ora, a partir desse fato passei a me questionar se seriam as elucubrações do povo o alicerce para as decisões do Ministro Joaquim, ou o emaranhado de leis e jurisprudências a revestir as suas decisões, pautadas na indispensável SEGURANÇA JURÍDICA.  </p>
<p>Fiquei pensando o que deveria fazer um Ministro do STF nas ruas, em conversa com o povo, ou será em conversa com os seus eleitores?  Bom, é muito confuso mesmo&#8230;</p>
<p>Creio que não é dever do Ministro Joaquim ser um ente alado, a resgatar o que não lhe foi dado a séculos atrás, e nem tentar &#8220;fazer justiça&#8221; travestindo-se de legislador, e esquecendo-se de sua condição de Julgador, pois há limites para decisões pautadas exclusivamente em análises humanístico-administrativas, e esse limite é a segurança jurídica que todas as decisões devem sempre prestigiar.</p>
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		<title>Prezados</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 21:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Prezados&#8230;  Vocês já notaram que tudo que nos chega com a palavra PREZADOS nos traz algum desconforto.  Seja por nos comunicar algo que temos que saber mas, no fundo, bem lá no fundo, gostaríamos de não saber; seja por uma informação que nos vai tirar, de alguma forma, do ócio.  Acho que deveríamos, definitivamente, criar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados&#8230;  Vocês já notaram que tudo que nos chega com a palavra PREZADOS nos traz algum desconforto.  Seja por nos comunicar algo que temos que saber mas, no fundo, bem lá no fundo, gostaríamos de não saber; seja por uma informação que nos vai tirar, de alguma forma, do ócio.  Acho que deveríamos, definitivamente, criar uma categoria de correspondência para a abertura de mensagem com o nome PREZADOS.  Sugiro a seguinte: NÃO LER.</p>
<p>Mas não é bem isso que eu gostaria de dizer neste primeiro post que levo, de forma BEM envergonhada,  a vocês.   Quero dizer que por tratar-se de atividade nova para esta velha advogada que vos escreve, digo que estou chegando bem de mansinho, devagarinho.</p>
<p>Vou tratar neste espaço de todas as minhas frustrações jurídicas e, no mínimo, vou economizar muito dinheiro com o analista. </p>
<p>Espero que vocês acabem se apaixonando pelas idéias e pelos meus traumas jurídicos.  Mas vou  logo avisando: não vale dedo no olho, puxão de cabelo e nem tapa na cara. </p>
<p>Aguardo que me visitem, e façam &#8211; é claro &#8211; os seus comentários.</p>
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